quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Um amor para sempre


   Antes de começar a escrever gostaria muito de agradecer as pessoas que acessaram o meu blog e tiveram a oportunidade de conhecer um pouquinho meu amor pelo São Paulo F.C e várias dessas pessoas vieram até mim pedir para que o blog não seja voltado ao futebol apenas e atendendo a pedidos e seguindo a mesma linha de raciocínio do último texto, hoje quero falar de uma outra paixão que tenho em minha vida: Mocidade Espírita José Luiz.
   Não sei ao certo o exato dia em que comecei a frequentar a mocidade, mas do ano eu me lembro bem 2004 eu tinha 16 anos. Recordo bem a minha primeira vez, afinal de contas a primeira vez nunca esquecemos, né? Era um dia de sábado e eu estava trabalhando, era o meu primeiro emprego, no Tribunal Arbitral de Resende, quando o meu pai, que era um dos juizes do tribunal na época me disse: "vamos embora que hoje você vai para a Mocidade, lá no Flora de Araújo". AHHHH!!!! Pronto foi o suficiente para me deixar com raiva. Pensem comigo, um garoto de 16 anos trabalhando em um dia de Sábado e quando você pensa que irá para casa você vai ter que ir para um lugar, no qual você não conhece ninguém e as pessoas brincam de ser felizes. Lá fui eu, emburrado, para o flora de araújo, lá chegando encontrei duas pessoas, que com o passar dos anos se tornaram pessoas essenciais em minha vida: Marcos Otávio e Fabíola, me receberam super bem, porém o meu mau-humor era enorme e ele perdurou durante muito tempo.
   Com o passar dos anos, fui amadurecendo e comecei a enteder o verdadeiro sentido da mocidade, ou seja, o meu pensamento começou a mudar e consequentemente eu passei a ir com mais freqüência e fui fazendo grandes amigos. No ano de 2009, veio um dos melhores presentes que Deus me deu, Deus junto com a Rosângela, Eliane e Dimitri me fizeram o convite para fazer parte do grupo de coordenadores e eu aceitei, é claro! Nesse momento eu já amava a mocidade e não faltava um sábado se quer, o horário de 16:30 até 18:30 de todos os meus sábados eram reservados para a mocidade, podiam marcar o que fosse nesse horário eu não deixava de ir.
    Durante esse tempo todo (de 2004 até 2005 ), eu comecei a participar de algumas atividades extras realizadas pelo nosso grupo de jovens, como por exemplo: visita ao asilo, campanha do quilo, tardes de tortas, noite de pastéis hahahaha (quem participou da noite dos pastéis sabe o porque dos risos) e até mesmo da turma do Lambari, que todos tinham que se vestir de palhaço para fazer alegria da criançada. Tudo isso aliado ao estudo, sobre o amor de Deus e de Jesus mudaram o meu pensamento e fizeram com que eu amasse, com todas as minhas forças, a mocidade e me sentisse útil ao próximo.
     Hoje, já estou indo para o meu 3 anos de coordenação de mocidade e o sétimo ano ao todo. Desses 7 anos, falo com propriedade que o grupo que temos hoje é o melhor de todos, claro que todos foram ótimos, mas esse é o melhor sem sombra de dúvidas e uma das provas disse é a foto a cima, quando que alguem irá ver 16 jovens acordarem as 8horas da manhã de domingo para andar sob um sol escaldante para pedir alimento na casa de outras pessoas para ajudar familias carentes e tem mais, todos pintados de palhaço. Gostaria de deixar o meu agradecimento a todos os jovens frequentadores da mocidade José Luiz e dizer a todos aqueles que nunca frequentaram "Vocês não sabem o que estão perdendo".

"A prática do bem não estipula idade determinada". (André Luiz)



Jéssica, Ingrid, Pietra, Maria, Renata, Patricia, Camila, Olivia, Amanda, Rebecca, Tati, Carol, Gabrielle, Gabriella, Fabíola, Fabíola P., Aline, Suzanne, Clarissa, Taís, Tatiane, Rosângela, Eliane, Hariagnes, Tarsila, Gabriel, Gabiru, Dimitri, Guilherme, Raphael Leornado, Aderson, Apolo, Douglas, Lucas, Filipe, Vinicius, Emmanuel, Diego, Leonel, Gabriel, Evandro, Marcos Otávio, Rogério, Gabriel K., André, Claudinho, André Luiz, José Luiz e vitor. Gostaria de dizer que Amo todos vocês, por fazerem meus sábados serem os melhores dias da minha vida e desculpe se esqueci algum nome...são tantas pessoas especiais que recorri ao meu irmão para lembrar de todos. Obrigado!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O meu verdadeiro amor




São Paulo, dia 17 de agosto de 1988...

  Data de meu nascimento e nascimento também de um amor incondicional pelo São Paulo Futebol Clube. É meio estranho falar que esse sentimento surgiu junto com o meu nascimento, mas não vejo explicação para algo desse tipo. Sempre tentei demonstrar por palavras esse sentimento e acabei chegando a conclusão de que escrever sobre um amor incondicional é meio tolo. Na vida eu constumo dizer que tenho vários amores: Minha família, meus amigos e amigas e as vezes até aquela pessoa que nos faz ficarmos de pernas trêmulas e que muitas vezes não revelamos ou demonstramos, porém eu tenho uma paixão que não á de esconder SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, horas e horas do meu tempo são dedicados ao carinhosamente chamado por nós torcedores de O MAIS QUERIDO, time esse pelo qual não tenho vergonha nenhuma de falar que já derramei muitas lágrimas, tanto nas vitórias como nas derrotas.
  Muitos dizem que isso é fanatismo, coisa de gente maluca. Eu não acho, sabe porque ? por que isso para mim é amor, simplesmente amor, por um time que é diferente, um time vitorioso, um time de grandes ídolos e um time com uma torcida inexplicável, torcedores esses que mesmo na mais dolorosa derrota tem a capacidade de ir em seu armário retirar o manto sagrado e vesti-lo e sair pelas ruas dizendo com orgulho que é São Paulino.
  Quando o São paulo entra em campo a emoção é única, mesmo que seja apenas em um amistoso, é maravilhosamente lindo ver o São Paulo jogar. Contos nos dedos os momentos realmente de felicidade completa que tive em minha vida e o São Paulo certamente se faz presente em vários desses momentos. Qual torcedor tricolor que realmente ama seu time não foi as lágrimas ao ver a conquista do Tri mundial ? os outros dois eu só não fui as lágrimas porque eu era muito novo, porém eu assisti aos dois jogos de 92 e 93, disso eu me lembro. Lembro também do primeiro presente de aniversário que eu pedi para o meu pai, uma camisa n° 7 do Muller. Não tem outro sentimento que eu possa utilizar para definir o que sinto pelo são paulo futebol clube a não ser o Amor Incondicional.